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Autor Tópico: Linux Mint cria fork do GNOME Shell  (Lida 2317 vezes)
rodrigo.miguel
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« em: 21 de Dezembro de 2011, 18:37 »

Cinnamon (Canela) é nome do fork do GNOME Shell com o visual do GNOME 2, criado especialmente para o Linux Mint:
http://linuxlike.blogspot.com/2011/12/cinnamon-fork-do-gnome-shell-com-cara.html

Parece que a dificuldade de trabalhar com o Projeto GNOME não é só da Canonical...
« Última modificação: 22 de Dezembro de 2011, 09:37 por rodrigo.miguel » Registrado
rjbgbo
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« Responder #1 em: 21 de Dezembro de 2011, 18:54 »

uma pena, mas o linux mint, está indo para um caminho perigoso
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niquelnausea
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« Responder #2 em: 21 de Dezembro de 2011, 19:05 »

uma pena, mas o linux mint, está indo para um caminho perigoso
por que acha isso?
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rjbgbo
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« Responder #3 em: 21 de Dezembro de 2011, 19:13 »

uma pena, mas o linux mint, está indo para um caminho perigoso
por que acha isso?
uma coisa é empresa canonical, criar um tema de interface, como o unity, para sua principal versão; outra coisa é uma 'comunidade' ficar criando vários forks, sem contar com um aval significativo apoiando-a.
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« Responder #4 em: 21 de Dezembro de 2011, 20:50 »

acredito que a intenção do mint e do criador do mate em criar interfaces e forks seja atender ao publico mais resistente a mudanças, vejo com bons olhos essas iniciativas, mas não acredito muito no sucesso destes projetos.
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garfo
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« Responder #5 em: 21 de Dezembro de 2011, 21:11 »

E a fragmentação só aumenta...  Indeciso
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« Responder #6 em: 21 de Dezembro de 2011, 22:07 »

E a fragmentação só aumenta...  Indeciso

Pior seria se não fosse assim. Imagina se só houvesse um único Linux (no caso, o Slackware, que foi o "primeirão")?
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Davidr
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« Responder #7 em: 21 de Dezembro de 2011, 22:38 »

E a fragmentação só aumenta...  Indeciso

Pior seria se não fosse assim. Imagina se só houvesse um único Linux (no caso, o Slackware, que foi o "primeirão")?

Até onde sei o Ubuntu é a única distro que tem se importado de fato com os usuários finais e não somente aos avançados. Logo, não seria ruim se "só existisse Ubuntu".

A propósito, é justamente essa diversidade, essa fragmentação, comandos e interfaces é que afastam empresas de software, que além de gastar tempo e dinheiro para tornar programas compatíveis com o Linux, teriam que garantir a compatibilidade com trocentas distros que disputam entre si pelos 1%...
Nesse caso, seria uma boa o Ubuntu se distanciar mesmo do "Linux como todos conhecem" e é claro, sem deixar de ser gratuíto.
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« Responder #8 em: 21 de Dezembro de 2011, 23:23 »

E a fragmentação só aumenta...  Indeciso

Pior seria se não fosse assim. Imagina se só houvesse um único Linux (no caso, o Slackware, que foi o "primeirão")?

Na minha opinião, seria beeeemm melhor. Não chegaria ao extremo de ter uma "única" distro, mas parar de criar forks, deixar só o KDE, Gnome e Xfce como opções.

Do jeito que tá, logo farão um fork desse "Cinammom" também (olha o nome do troço...). Desse jeito fica bagunçado, poxa.
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« Responder #9 em: 21 de Dezembro de 2011, 23:32 »

Até onde sei o Ubuntu é a única distro que tem se importado de fato com os usuários finais e não somente aos avançados. Logo, não seria ruim se "só existisse Ubuntu".

A propósito, é justamente essa diversidade, essa fragmentação, comandos e interfaces é que afastam empresas de software, que além de gastar tempo e dinheiro para tornar programas compatíveis com o Linux, teriam que garantir a compatibilidade com trocentas distros que disputam entre si pelos 1%...
Nesse caso, seria uma boa o Ubuntu se distanciar mesmo do "Linux como todos conhecem" e é claro, sem deixar de ser gratuíto.
a única a se importar com o usuário final (quem seriam os usuários finais)? a pasta /opt serve para isso, é dessa maneira que arquivos .bin (nvidia por exemplo) funcionam em varias distribuições. linux é só o kernel, cada distro é um so diferente de outra (apenas as baseadas em uma distro x são muito parecidas, mas não iguais).
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clodoaldops
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« Responder #10 em: 22 de Dezembro de 2011, 00:04 »

-viva a liberdade
-mais uma opção
-quem gosta de novidades e de se  arriscar tem mais uma opção
-eu já to satisfeito com unity, gnome-shel e kde-4x
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Davidr
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« Responder #11 em: 22 de Dezembro de 2011, 00:20 »

Citar
quem seriam os usuários finais?

Aqueles que curiosamente não são de frequentar foruns sobre Linux, que não se esquentam com customizações(o Windows é pouco customizavel, mas 90% das pessoas parecem não se importar), que usam seus computadores para navegar na web, usar messenger, usar processadores de texto, que buscam um sistema operacional fácil, intuitivo, e até mesmo para lazer, através de jogos entre outras coisas.
Eu realmente não estou agarrado(literalmente) com o software livre, uso porque me atende as minhas necessidades. Lá no começo, incentivado(indiretamente) por usuários de Linux, cheguei a testar outras distros e hoje até sei me virar bem quando encontro um problema. O caso é que eu só quero usar o computador, eu e outros 95% +. Com o Ubuntu, não preciso mexer/configurar em nada, também basta instalar agora(LTS) só depois de 3, 5 anos faço um upgrade, eu queria ter ouvido lido isso quando começei, teria poupado tempo e idas e voltas para o Windows.

Não desenvolvo software, mas o Linux pelo que tenho visto não parece ser tão simples assim, tipo, alguém diz: "tem uma pasta aqui para esses executáveis", ok, e..? "Agora você empacota um que termina em DEB, outro em RPM, outro em TXZ, fique atento as dependências e às peculiaridades de cada uma, embora não seja uma regra..." São coisas que muitos usuários, fãs de software livre, que é uma coisa bacana até, não reparam ou não sei o que pensam sobre, mas para os outros(95 ~ 98%) isso parece um tanto confuso e bagunçado.

As pessoas são diferentes(como seria o mundo se todos fossem iguais?), podemos concordar em uma coisa, discordar em outras. Penso dessa forma, é meu ponto de vista apenas.
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« Responder #12 em: 22 de Dezembro de 2011, 00:57 »

É mais fácil manter um fork do gnome-shell (que pode ter seu código sincronizado com o original com regularidade, se quiserem), do que todo o gnome2. Por esse lado é bem positivo.

Pior seria se não fosse assim. Imagina se só houvesse um único Linux (no caso, o Slackware, que foi o "primeirão")?

O Slackware não foi a primeira distro. É a mais antiga ainda mantida.
http://futurist.se/gldt/wp-content/uploads/11.08/gldt1108.svg
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« Responder #13 em: 22 de Dezembro de 2011, 07:44 »

Aqueles que curiosamente não são de frequentar foruns sobre Linux, que não se esquentam com customizações(o Windows é pouco customizavel, mas 90% das pessoas parecem não se importar), que usam seus computadores para navegar na web, usar messenger, usar processadores de texto, que buscam um sistema operacional fácil, intuitivo, e até mesmo para lazer, através de jogos entre outras coisas.
Eu realmente não estou agarrado(literalmente) com o software livre, uso porque me atende as minhas necessidades. Lá no começo, incentivado(indiretamente) por usuários de Linux, cheguei a testar outras distros e hoje até sei me virar bem quando encontro um problema. O caso é que eu só quero usar o computador, eu e outros 95% +. Com o Ubuntu, não preciso mexer/configurar em nada, também basta instalar agora(LTS) só depois de 3, 5 anos faço um upgrade, eu queria ter ouvido lido isso quando começei, teria poupado tempo e idas e voltas para o Windows.

Não desenvolvo software, mas o Linux pelo que tenho visto não parece ser tão simples assim, tipo, alguém diz: "tem uma pasta aqui para esses executáveis", ok, e..? "Agora você empacota um que termina em DEB, outro em RPM, outro em TXZ, fique atento as dependências e às peculiaridades de cada uma, embora não seja uma regra..." São coisas que muitos usuários, fãs de software livre, que é uma coisa bacana até, não reparam ou não sei o que pensam sobre, mas para os outros(95 ~ 98%) isso parece um tanto confuso e bagunçado.

As pessoas são diferentes(como seria o mundo se todos fossem iguais?), podemos concordar em uma coisa, discordar em outras. Penso dessa forma, é meu ponto de vista apenas.
existe uma maneira de um arquivo funcionar em praticamentee qualquer distro, colocando todas suas dependências no pacote (parecido como é feito no windows); o principal nome por trás do linux já deu varias entrevistas dizendo que o principal foco do projeto são servidores (usamos no desktop meio que de xeretas Sem Graça); e por ultimo até mesmo o ubuntu (bem no começo do projeto) já foi uma especie de customização do debian.
cada distro tenta atender um publico "especifico", é o que o mint tenta fazer hoje. nem mesmo o windows consegue atender a todos (acredito que seja o principal motivo por estarmos reunidos aqui).
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Creto
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« Responder #14 em: 22 de Dezembro de 2011, 08:11 »

acredito que a intenção do mint e do criador do mate em criar interfaces e forks seja atender ao publico mais resistente a mudanças, vejo com bons olhos essas iniciativas, mas não acredito muito no sucesso destes projetos.
É o que concordo também, com o caro niquelnausea, vejo com bons olhos isso tudo que estão fazendo no Mint, pois como achei um jeito de continuar na evolução e minhas carroças suportarem.

E também concordo com a parte de que nosso caro colega diz "não acredito muito no sucesso destes projetos"; é assim será inviável manter isso por muito tempo, bem é o que penso.

Saudações natalinas a todos e moderação nas festas de fim de ano!

T+
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