Também não vejo nenhum "fim do mundo" no problema. Para mim, a tendência é lançar a versão oficial do Kubuntu portando o KDE 3.5 permitindo-se aos usuários interessados a instalação de uma versão pré-configurada do KDE 4 por meio de um metapacote similar ao kubuntu-desktop, xubuntu-desktop, etc. Para mim, seria um contrasenso da parte da Cannonical publicar um sistema sabidamente instável. Se considerarmos que o ciclo de desenvolvimento do Kubuntu é de apenas 6 meses não vejo problema no fato dos fãs do KDE aguardarem o Kubuntu 2008.10 para ver o 4 sendo portado por omissão. A segurança e a estabilidade valem o sacrifício.
Tá certo. Mas o que eu (pensei ter deixado) explícito aqui é o fato de que o time de desenvolvedores e programadores não pode se dividir. Como o KDE4 é uma versão nova, a tendência é que TODO O STAFF se dedique ao 4. não tem essa de parte fica no 4 e a outra fica no 3.5. É isso oq Scott diz nesse trecho que eu mencionei:
"Kubuntu 8.04 comes at a difficult time in the KDE release cycle, it arrives just after the dawn of
a major new release of the platform which is a very significant new amount of work.
This is a new platform that is receiving a significant amount of attention, both from its developers and from its users."
Tente entender que o KDE4 é uma versão instável e como tal, muitos (senão todos) da equipe precisam ficar em cima.
O que te faz pensar que vai existir uma quantidade significativa de pessoas em cima de uma versão JÁ estável (que é o caso do 3.5, como mencionou o Hqx) quando já existe uma nova versão instável pra eles trabalharem?
Só se eles largarem mão do KDE4 de vez e (re)abraçarem o 3.5.8...